Damião Ramos Cavalcanti

Enquanto poeta morrer, a poesia haverá de viver

Textos


 
Há quanto tempo
 
Sem esperança,
Espero por ti,
Mas tu não sabes
Que estou aqui...
Quando vieres,
Diga-me quem és,
Faz tanto tempo,
Já esqueci 
A formosura 
Que eras tu. 
Só sei quem és
Pelo amor 
Que se consome 
Pela distância.
Sempre te aguarda
Minha intensa ânsia
Ou a esperança 
Que algum vento
Te traga aqui.
Vivo no porto, 
Cada momento, 
Mirando velas
Que são lembranças
Talvez do amor
Que se houver,
Trarás a mim. 
 
Damião Ramos Cavalcanti
Enviado por Damião Ramos Cavalcanti em 23/09/2012
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